RETAIL

VERTICAIS DE

NEGÓCIOS

A conectividade e o desenvolvimento de países emergentes viabilizaram maior poder de compra às pessoas. As escolhas de produtos, mais criteriosas, e os canais de informação, mais acessíveis, formam um comprador exigente e opinativo. Além disso, o processo de decisão de compras não linear, a multiplicidade de canais e tecnologias e a crise sócio-política-econômica no país moldam o cenário para os próximos três anos. Portanto, desenvolver experiências sedutoras de compras a ponto de influenciar a tomada de decisão e gerar empatia serão fundamentais para reter e fidelizar. 

Brasileiros interagem mais com as marcas via redes sociais em relação aos países desenvolvidos. Além de clicarem mais facilmente em likes ou follow, também se sentem confortáveis em compartilhar conteúdo online e contribuir em reviews de produtos.

SUPPLY CHAIN

As novas tecnologias estão mudando a forma como as empresas atuam em seus mercados. Elas facilitam a integração da cadeia de fornecedores, interação com o cliente e virtualização de processos de negócios. Em cada um desses três pontos são gerados dados, que analisados trazem informações importantes para as companhias, desde os gaps de produção até as necessidades dos clientes. Por meio desses dados é possível, ainda, identificar os fornecedores que apresentam melhor desempenho e que são capazes de suprir um fluxo de demandas maior, bem como quais regiões concentram maior volume de vendas e que precisam de melhor infraestrutura para as operações e relacionadas à logística.

Assim, ganha a empresa destaque competitivo no mercado a empresa que tiver uma gestão da cadeia de suprimentos eficiente, com maior nível de integração entre operações internas e externas e, consequentemente, maior controle e melhores resultados.

IoT

IoT cria sistemas ao conectar coisas, animadas ou inanimadas, à internet com identificadores exclusivos que oferecem contexto, o que proporciona visibilidade à rede, aos dispositivos e ao ambiente. Capacitada com conjuntos de dados completos e usando análise avançada, a IoT pode nos oferecer insights importantíssimos sobre o nosso mundo: ao medir as vibrações de pás de turbinas eólicas e executar análise em tempo real para determinar necessidades de manutenção antes que as pás apresentem defeitos.

Ao reduzir o consumo de energia em edifícios controlando a iluminação em andares quando ninguém estiver presente. Ou ao criar veículos sem condutor que processam informações ambientais para tomar decisões imediatas para parar e evitar acidentes. O conhecimento coletivo sobre o mundo físico, obtido por meio da IoT, tornam-se ideias para aumentar a eficiência, novos modelos de negócios, diminuir a poluição e melhorar a saúde.

FINTECH

Fintech é toda empresa que oferece serviços financeiros que se diferenciam pelas facilidades proporcionadas pela tecnologia e, com efeito, pela internet. Sob esse ponto de vista, talvez você não veja muita diferença em relação aos serviços oferecidos pelos bancos. Instituições bancárias tradicionais trabalham com tecnologias bastante sofisticadas para atribuir acesso e segurança às transações financeiras. Isso vale para gerenciamento de contas correntes, empréstimos, serviços de cartão de crédito, investimentos, entre outros. Mas, em uma fintech, a tecnologia é utilizada essencialmente para trazer conveniência por meio da inovação: as empresas do ramo utilizam recursos tecnológicos amplamente disseminados para criar metodologias, processos e ferramentas que facilitam o acesso a serviços financeiros. O resultado desses esforços aparece para o usuário na forma de praticidade, burocracia reduzida, custos baixos, maior controle sobre operações financeiras e por aí vai.

HEALTHTECH

Responsável por inovar e buscar soluções na área da saúde, o segmento de HealthTechs tem se desenvolvido em diversas frentes, desde aplicações para otimização de processos de gestão da saúde, até diagnósticos avançados, passando por soluções tecnológicas para prevenção de doenças, melhoria da qualidade de vida, mapeamento de endemias, entre outros. Diversas tecnologias têm sido utilizadas para tanto, como Big Data, que permite a análise preditiva da evolução do tratamento de pacientes individuais e até de possíveis epidemias.

Sendo uma das áreas que mais crescem no mercado, as HealthTechs se preocupam em aumentar a qualidade da assistência médica. Visando melhorias para a acessibilidade entre os consumidores e o setor de saúde de forma prática, elas investem em novas tecnologias e trazem soluções fáceis e abrangentes para a população. O Brasil, neste cenário, entra em notoriedade com as inovações no atendimento e relacionamento entre consumidor e sistema de saúde.